O grupo: Os calangos
O destino: Pedra da Gávea
A data: 24/05/2009 (domingo)
Participantes: Clauber (condutor), Ramon (condutor auxiliar), Flávio, Tati, Marcelo e Cris
Um belo dia de sol. Após algumas semanas tentando ver qual seria a melhor data para a realização do evento (o tempo estava instável nas semanas anteriores), este domingo foi a data escolhida para a realização da atividade.
Começamos a subir era um pouco tarde, às 09:40. Porém, nada que tirasse o ânimo do grupo. Como é normal na parte que antecede a Pedra do Navio, o grupo concentrou-se em economizar as energias para superar esta parte. Após algumas paradas para o descanso do grupo, chegamos à Pedra do Navio.
O interessante desta parte será observarmos que a Cris ficou quase todo o momento gravando, característica esta que será marcante em todo o evento. O cuidado com o que falamos ou fazemos torna-se redobrado!
Chegamos na Pedra do Navio e, com um grupo totalmente integrado, tiramos fotos e nos preparamos para continuar a nossa jornada. Uma característica que tenho observado em todos os nossos eventos é que as mulheres do grupo sempre preferem as partes com transposição de rocha. E é justamente nesta hora que elas começam a se destacar. Passam por obstáculos com mais facilidade que os homens (não todos, importante destacar!) e os sinais de cansaço que apresentavam antes praticamente desaparecem. E assim vamos praticamente até o final da trilha.
Continuamos a nossa trilha até a Praça da Bandeira e, de lá, pude animar o grupo dizendo que faltava pouco (uns 50 min!) para chegarmos ao final. Acho que eles nem sentirão o tempo passar.
Chegamos na carrasqueira. Subo com o Ramon e preparo a corda. Lanço-a e descemos para ajudar o grupo a subir. Como havia dito anteriormente, as meninas sempre se destacam nesta parte de rochas. Cris e Tati subiram num pulo. Acho que elas nem repararam que o receio que elas estavam da carrasqueira – que tiveram lendo de sites e comentários de amigos – nem foi sentido na hora. Mais uma vez fica comprovada a nossa afirmação que a carrasqueira não é um problema quando você obedece a alguns critérios como estar acompanhado de alguém experiente no local e também contar com os equipamentos necessários para sua segurança e boa subida quando necessário.
Após mais algum tempo de caminhada, filmagens e fotos, chegamos no primeiro mirante. Um descanso merecido e pausa para curtir o visual antes de irmos para o mirante da Cabeça do Imperador. Enquanto isto, a Cris continuava gravando todos os momentos sem parar por um instante. Só para constar, acho que ela levou uns 4 pares de pilhas.
Após as filmagens, um lanche e curtirmos o visual do local, demos início aos preparativos para a nossa descida, que foi feita sem grandes dificuldades pelo grupo.
Gostaria de deixar registrado, mais uma vez, a importância de um planejamento antes de fazer a trilha sozinho. Na carrasqueira, tivemos que auxiliar a diversas pessoas que ficavam com medo de descer ou, até mesmo, não sabiam como. E esta situação tem sido frequente quando vamos até lá. Portanto, aos que forem fazer a trilha sem a companhia de um profissional, apenas um aviso: “tenha um planejamento, equipamento e vá na companhia de alguém que conheça a trilha“.
De resto é só aproveitar e curtir!
Até a próxima!
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