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3 Pilares desconhecidos por corredores que podem alavancar sua performance

Regras de ouro que são essenciais para a melhora do desempenho em corridas de rua ou em uma trilha.

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Na semana passada, iniciei uma série de artigos a respeito de treinamento de corrida, muitas dúvidas por parte de professores e alunos/ atletas de corrida e triathlon de muitos locais acabam pintando, achei mais simples escrever e compartilhar aqui!

Além dessas dúvidas me irrita ver pessoas correndo com um gestual desportivo errôneo, gente que conheço e que ao conversar sei que é treinado por alguém a fazer a corrida errada, de forma a se lesionar, sem o mínimo cuidado!

Como não seria ético falar que essas pessoas estão sendo treinadas de forma errada e vai se lesionar, e como canso de ver o pessoal se lesionando, escrever o certo aqui não tem problemas!

Então aproveite a leitura e os conteúdos, os conceitos não trabalham de forma isolada, é necessário que trabalhem de forma integrada, se você conseguir conjugar todos eles e desenvolver os deficientes nem imagina à que patamar sua corrida poderá chegar!

Pilar 1 – SUA TÉCNICA DE CORRIDA ESTÁ CERTA? ENTENDA E NUNCA MAIS SE LESIONE
Na semana passada, iniciei a série de artigos com esse post, explicando as diferenças entre pisar com a parte anterior dos pés ou com os calcanhares, ainda propus 3 testes simples para que o atleta leitor, entenda vivenciando as diferenças entre essas duas técnicas, dessa forma, poderá escolher como fazer.

Mostrei também no artigo alguns fatos que influenciaram a mudança de técnica de corrida para pior e o retorno dos conceitos para o modo antigo de correr, se você ainda não leu, vale ler e refletir a respeito dos conceitos e vivenciá-los!

SUA TÉCNICA DE CORRIDA ESTÁ CERTA? ENTENDA E NUNCA MAIS SE LESIONE

Pilar 2 – CORE ATIVO DURANTE OS TREINOS E PROVAS
Muitas vezes ao passar por alguns locais como parques e praias ou até mesmo em academias e clubes você já deve ter visto um monte de cones, barreiras, e uma diversidade de materiais coloridos espalhados pela areia ou gramado e outro tanto de gente pulando, rolando, se exercitando utilizando esses materiais!

O que acontece quando você utiliza desses materiais/equipamentos com um planejamento convergindo com seu treinamento, são os muitos benefícios conquistados como agilidade, prevenção de lesões, coordenação motora global e fina, e conscientização postural, porém, se todos eles não estiverem integrados haverá uma compensação por parte deles, é como se você fosse voar num jato de 4 motores onde, apenas um motor está funcionando!

A principal peça de cada um desses nossos motores é o CORE, ou seja um núcleo de força e equilíbrio que é integrado por o 29 músculos e muitas vezes é confundido com os músculos abdominais, a importância do núcleo ou CORE é tão grande e ainda não tem a devida atenção tanto por profissionais quanto atletas!

Para se ter uma idéia, todos os movimentos partem do CORE ou núcleo, sejam saltos, chutes, arrancadas, lançamentos, pernadas, braçadas, rolamentos, ou qualquer tipo de movimento em qualquer modalidade esportiva.

Desde uma pelada de final de semana, até mesmo um atleta de alta performance de Judô, dependem de um núcleo bem trabalhado, bem desenvolvido para evitar lesões e se tornar um atleta eficiente!

Você pode ser um surfista recreativo, um corredor experiente com muitas maratonas no currículo ou um triatleta de nível olímpico sem nunca ter se lesionado, acredite, se começar a investir tempo em seu CORE ficará muito melhor no que você faz e sofrerá muito menos!

Um exemplo claro de corredores que acham que não precisam do CORE é o cara que vai fazer uma meia maratona e ou até alguma distância menor e termina a prova com abdome dolorido, e o cara ainda se pergunta assim “como posso ter ficado com o abdome dolorido se não fiz abdominais? Apenas corri”.

Compensação por ter um CORE não desenvolvido!
Use energia onde precisa ou seja corredores, nas pernas!

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Pilar 3 – TRONCO INCLINADO A FRENTE
Quem nunca correu preocupado em manter o tronco ereto durante a corrida, ou o peito pra fora?
Normal, é uma resposta natural do nosso organismo a possibilidade de quedas, mas isso nos torna ineficientes e cria uma força opositora ao nosso deslocamento.

Quando estamos correndo queremos nos deslocar para frente, ao manter meu corpo ereto, terei ação da gravidade sobre a minha cabeça e sobre meu centro de gravidade que fica um pouco abaixo de minha cintura.

Imagine como se traçasse uma linha reta perpendicular ao solo, o correto é que essa linha em relação ao tronco tivesse cerca de 20 graus de inclinação, pouca coisa que faz uma grande diferença, para isto basta utilizar a cabeça, se inclinarmos apenas um pouco a cabeça para frente o tronco seguirá e nosso centro de gravidade avançará nos impelindo a correr a frente.

Não precisa correr com um transferidor no bolso, para saber se está dentro dos 20 graus, com o tempo vai melhorando sua postura e toda sua técnica e o restante irá fluindo, basta treinar!
Atenção: cuidado para não inclinar muito o corpo, corredores de velocidade inclinam mais seus troncos , mas sua velocidades são muito maiores e as distancias menores que as de fundistas!

Espero ter ajudado com essas dicas!

Mario Jorge Hilarino - https://www.facebook.com/mariohilarino
Coach Técnico de Triathlon CBTri Fundador e Treinador da OTREINO Assessoria Esportiva
Campeão estadual por Equipes de Triathlon no RJ
Equipe 3ª colocada nas Maratonas Aquáticas da Federação Aquática do Rio de Janeiro
Fundador do www.supremocoaching.com.br

Fonte: http://www.otreino.com.br/artigos/3-pilares-desconhecidos-por-corredores-que-podem-alavancar-sua-performance-na-corrida-de-rua-ou-de-trilha

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