CS Ecoturismo

» Salto livre » SC

Imbituba - curso

Forme-se paraquedista em um dos mais novos centros de treinamento do país.

Informações técnicas:

10000ft (máximo)
200km/h (máxima)

Relate sua experiência:

0 pessoa(s) já foi/foram!

O tempo na região:

Realizado no clube da Skyzimba em Barra de Ibiraquera, o curso de formação de paraquedista visa a qualificar o aluno para a realização de saltos de acordo com as diretrizes existentes para o esporte. Com uma estrutura moderna e nova, o clube, que foi fundado em 2015, conta com uma grande área para instruções. Conta também como vantagem o local possuir um dos melhores visuais de Santa Catarina.

Sobre curso

Em geral, os cursos seguem metodologias de ensino que permitem ao aluno absorver conhecimento já a partir do primeiro salto. Com isto, o aluno poderá evoluir gradativamente de acordo com os seus conhecimentos técnicos. A altitude do salto varia de acordo com a região e também de acordo com a escola.

Após concluir o curso, o aluno possuirá uma credencial da Confederação Brasileira de Paraquedismo - CBPq, na categoria AI (aluno em instrução).

Em geral, as metodologias utilizadas são:

AFF (Accelerate Free Fall)

Esta metodologia visa com que o aluno aprenda gradativamente as técnicas de salto, englobados em 8 níveis. Durante todo o curso, o aluno estará em queda livre desde o primeiro salto, sendo responsável por acionar o seu dispositivo de abertura do paraquedas.

Primeiro, é realizado um treinamento teórico de 10 horas, que pode variar de acordo com a escola e também com a capacidade de aprendizado do aluno. Tendo cumprido todos os requisitos técnicos de aprendizado das técnicas passadas nas aulas teóricas, o aluno estará apto a realizar os seus saltos, cada um com um objetivo a ser cumprido.

Durante a queda livre, o aluno deverá por em prática todos os ensinamentos devidos ao respectivo nível. Após a abertura do paraquedas, o aluno será auxiliado em sua navegação por um instrutor que ficará em terra através de comunicação por rádio. Após cumprir com todos os objetivos de cada nível, o aluno estará apto a realizar a passagem para o próximo nível. Caso, contrário, os pontos serão repassados e será feito um novo salto para testar novamente o aprendizado do aluno. Em geral, os saltos podem ser filmados, para que o aluno e os instrutores possam efetuar uma análise mais criteriosa do salto.

  • Nível 1. O aluno saltará acompanhado de 2 (dois) instrutores que ficarão durante todo o tempo auxiliando e segurando o aluno através de alças existentes na roupa do aluno até o momento da abertura do paraquedas. O aluno deverá praticar as técnicas de estabilização e também de abertura (“comando”) do paraquedas.
  • Nível 2. O aluno saltará novamente acompanhado de 2 (dois) instrutores, que ainda ficarão segurando o aluno. O aluno deve ser capaz de executar movimentos de rotação em 90º para ambos os lados (direita e esquerda) e movimentar-se para frente.
  • Nível 3. O aluno saltará acompanhado de 2 (dois) instrutores que sairão do avião junto com o aluno, porém, os mesmos não estarão mais segurando o aluno, apenas acompanhando-o durante a queda livre. O aluno deverá ser capaz de estabilizar-se durante a queda sem contar com o apoio dos instrutores.
  • Nível 4. O aluno saltará acompanhado de 1 (um) instrutor que sairá do avião junto com o aluno, mas ficará apenas acompanhando-o durante a queda livre. O aluno deverá ser capaz de executar novamente os procedimentos de movimentação do nível 2, porém, sem o auxílio do instrutor.
  • Nível 5. O aluno saltará acompanhado de 1 (um) instrutor que sairá do avião junto com o aluno, mas ficará apenas acompanhando-o durante a queda livre. O aluno deverá ser capaz de executar giros de 360º para a direita e para a esquerda.
  • Nível 6. O aluno sairá sozinho do avião, porém, será acompanhado à distância por um instrutor. O aluno deverá ser capaz de efetuar um movimento de back loop (como uma cambalhota) e tracking (distanciamento horizontal à outro paraquedista antes do comando do paraquedas).
  • Nível 7 (conhecida como meia série). O aluno deverá sair sozinho do avião e será acompanhado à distância por um instrutor. O aluno deverá executar os movimentos de front-loop (similar à uma cambalhota invertida), back-loop, curvas 360º e tracking.
  • Nível 8 (salto de graduação). O aluno deverá efetuar um salto completo, sem o auxílio dos instrutores.
  • Após graduado, o aluno poderá saltar sozinho. Porém, estes saltos deverão ser sempre monitorados por um instrutor no avião, que fará a análise do equipamento e o local de lançamento. Esta análise será feita até o aluno completar o 25º salto, aonde depois o aluno poderá saltar em qualquer lugar de forma completamente autônoma, mudando a sua credencial para categoria A (atleta).

ASL (Accelereted Static Line)

O ASL possui o mesmo objetivo que o aluno de AFF, porém, com uma metodologia diferente. O curso possui um total de 16 saltos e 3 níveis, sendo o último nível possui diversos subníveis. Todos os saltos o aluno descerá sozinho, sendo orientado por um instrutor que ficará no avião e outro instrutor que estará em terra e comunicar-se-á com o aluno via rádio.

O nome do curso é originado através de uma fita que fica presa ao avião que será responsável pela abertura do paraquedas assim que o aluno descer do paraquedas. Há, para cada salto nível, um conjunto de objetivos a serem cumpridos. O aluno só passará de nível até cumprir com todas as exigências

  • Nível 1 (1º, 2º e 3º saltos). O aluno sai do avião e o paraquedas é acionado por uma fita acoplada ao avião. Neste nível, o aluno deverá apurar a sua posição de saída, efetuar checklist antes do salto, realizar boa navegação com o paraquedas aberto, assim como o pouso.
  • Nível 2 (4º, 5º e 6º saltos). O aluno deverá treinar a simulação do comando. O paraquedas é acionado por fita estática presa ao avião.
  • Nível 3 (mínimo de 10 saltos). Neste nível é realizado o primeiro salto em queda livre. O aluno deverá efetuar a estabilização, o comando do paraquedas e a referência visual do pouso, movimentos horizontais para a direita e esquerda em ângulos de 90º, 180º e 360º, projeção para a frente e também movimentos como back-loop, front-loop. A cada salto, o tempo da queda livre vai aumentando e, consequentemente, a altitude do salto.
  • Assim como no AFF, após a graduação, o aluno deverá efetuar saltos monitorados até completar os 25 saltos para que possa graduar-se na categoria A.

Qual a melhor metodologia?

Esta resposta depende de diversos fatores, como: a sua capacidade de aprendizado, a metodologia que mais combina com a sua forma favorita de aprender, o valor que pretende investir no curso (o ASL em geral sai um pouco mais caro), a disponibilidade de tempo e, também, a disponibilidade da metodologia na escola que pretende realizar as aulas (em geral, as escolas oferecem ambas metodologias).

Deve-se pesquisar bastante e aproveitar para conversar com os instrutores das escolas para verificar qual metodologia corresponderá melhor ao seu perfil.

Dúvidas comuns

1 - Qual a idade mínima para a realização do curso?
R: A idade varia de acordo com a escola. Em geral, algumas escolas aceitam alunos menores de idade e outras não. As escolas que aceitam menores geralmente solicitam que seus responsáveis assinem um termo de autorização.

2 - Depois do curso poderá saltar em qualquer lugar do mundo?
R: Algumas escolas também habilitam o credenciamento junto à United States Parachute Association - USPA, que é a associação americana de paraquedismo. A credencial desta entidade possui abrangência internacional, permitindo que sejam efetuados saltos em qualquer lugar do mundo.

3 - Existe alguma limitação de peso?
R: Em geral, os equipamentos aguentam uma grande carga de peso. Porém, existem algumas restrição para pessoas com mais de 95 Kgs. Mas, esta variação de tolerância de peso varia de escola para escola. Portanto, verifique com cada escola qual o limite aplicado para ela.

4 - E se o aluno desmaiar?
R: As chances de desmaiar são extremamente baixas devido ao alto nível de adrenalina e outros hormônios estimulantes que são liberados durante o salto.

5 - E se o paraquedas não abrir?
R: O aluno irá saltar sempre com um paraquedas reserva. Em caso de falha do paraquedas principal, ele acionará o reserva. Em última instância, caso o aluno esteja em queda livre em uma determinada altitude e não tiver acionado o paraquedas, um sistema, o AAD, abrirá o paraquedas automaticamente.

6 - Qual o risco de pousar em cima de um fio da rede elétrica ou uma casa?
R: Em geral, as áreas de prática de voo livre são proprícias devido à grande área livre para manobras sem obstáculos. Além disto, tanto o paraquedas principal quanto o reserva são totalmente dirigíveis, permitindo um nível de precisão muito grande, tornando bem difícil esta possibilidade quando o aluno está navegando o paraquedas.

7 - Como é o pouso?
R: O pouso geralmente é bem suave, pousando em pé. Com o aprimoramento das técnicas de aprendizado e com a prática, o aluno aprenderá a realizar pousos cada vez mais precisos e suaves.

8 - Existe o risco de um vento levar para longe do local do pouso?
R: O salto nunca é realizado com ventos fortes. Além disto, o salto sempre considera uma pequena margem de deslocamento. E, como o paraquedas é totalmente dirigível, é possível utilizar as forças a favor e contra o vento para aproximar-se da área do pouso.

9 - E como é a pressão e falta de ar durante o salto?
R: A altura do lançamento é, no máximo, de 10.000 pés, o que equivale a 3.048 metros de altitude. Esta altitude é menor do que muitas cidades da região das cordelheira dos Andes. E o tempo de exposição à altitude é muito pouca, fazendo com que seja praticamente imperceptível os efeitos da altitude. A respiração é feita normalmente.

Visual
Visual
Visual
Visual
Visual
Visual
Visual
Visual
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Salto
Aterragem
Aterragem
Aterragem

O centro de salto livre possui fácil localização. Na BR 101, na pista sentido Florianópolis, deve-se seguir pela rodovia até o Km 279, entrando na saída para Sambaqui e Arroio e no acesso ao World Center Fashion.

Na agulha de saída e em frente ao World Center, haverá uma rua transversal à rodovia (Rua Vereador Venicio Luiz Borges), devendo acessá-la. Seguir por essa rua por 1,8 quilômetro, entrando na pequena rua existente à esquerda, seguindo até o final por 200 metros, terminando já dentro do clube.


Veja o mapa (Google Maps):

Veja também outras informações relacionadas à esta atividade!


Informações complementares



Clique aqui para inserir um comentário

Total: 1 comentário(s)

Clovis Hugo Duarte em
BOA NOITE ...GOSTARIA DE IMFORMAÇÕES PARA VOOS PARA OUTRA CIDADE.....NESTE FINAL DE SEMANA FUI PARA BOM RETIRO-SC SERRA CATARINENSE...E FUI PARA UM EVENTO DE PEQUENOS AVIOES....FOI MUITO BONITO....O NOME É POUSO NA SERRA FAZENDA E CONDOMINIO ESTÁ NO FACE.....GOSTARIA DE SABER SE VOCES FAZEM UM VOO DE IDA E VOLTA...VOCES SERÃO CONVIDADOS PARA CONHECER BOM RETIRO-SC....MAS TENHO QUE FALAR COM O PROPRIETARIO DO AREA DE POUSO....AGRADEÇO PELA ATENÇÃO((((( MINHA FAMÍLIA TEM TRES ADULTOS E DUAS CRIANÇAS..))))
1 0

Cs Ecoturismo em
Boa tarde Clovis!
Solicito que entre em contato com o responsável pelo salto livre na região.
Para isso, vá na seção “Programação” nesta página, clicando no nome da operadora.
Todavia, enviamos um e-mail com os dados de contato das operadoras.
Qualquer dúvida, entre em contato conosco!
1 0