CS Ecoturismo

Parque Nacional da Tijuca

Um dos mais famosos e visitados parques do país


Atrativos desta UC

Pedra Bonita (Parna Tijuca) [Asa-delta]
Um voo saindo do Parque Nacional da Tijuca apreciando algumas das belezas da cidade

Pedra Bonita (Parna Tijuca) [Parapente]
Conquiste os céus da cidade maravilhosa a bordo de um parapente!

 

Pico do Bico do Papagaio [via Bom Retiro] (Parna Tijuca) [Rapel]
Rapel no segundo ponto mais alto do parque e com um dos visuais mais bonitos do parque

Cachoeira dos Primatas (Parna Tijuca) [Trekking]
Uma região tranquila e uma das melhores áreas de lazer do parque nacional da Tijuca

 

Cachoeiras do Horto [Quebra e Chuveiro] (Parna Tijuca) [Trekking]
As cachoeiras liberadas para banho mais visitadas do parque nacional da Tijuca

Circuito das Grutas [complexo espeleológico do Archer] (Parna Tijuca) [Trekking]
Um roteiro completo de grutas dentro do Parque Nacional da Tijuca

 

Cristo Redentor [via Parque Lage] (Parna Tijuca) [Trekking]
Chegue até os pés desta maravilha utilizando a trilha como alternativo ao tradicional bondinho

Largo da Caveira [via Caminho das Almas] (Parna Tijuca) [Trekking]
Uma passagem ou um destino? O Largo da Caveira é uma região que, apesar de ser utilizado como rota de passagem para outras trilhas do parque, possui por si a sua própria história e atrativos.

 

Largo da Caveira [via estr. do Excelsior] (Parna Tijuca) [Trekking]
O largo atualmente é rota para diversas trilhas do parque. Porém, o caminho para chegar até ela é cercado de belezas e histórias.

Pedra Bonita (Parna Tijuca) [Trekking]
Uma trilha curta e fácil que possui um bonito visual em seu topo. Estas qualidades fazem da Pedra Bonita uma das trilhas mais visitadas da cidade.

 

Pedra da Gávea [via Barrinha / carrasqueira] (Parna Tijuca) [Trekking]
Uma trilha cheio de mistérios, desafios e com o visual mais bonito da cidade.

Pico da Tijuca Mirim [via Bom Retiro] (Parna Tijuca) [Trekking]
Trilha fácil com destino a um ponto com um belo visual da cidade

 

Pico da Tijuca [via Bom Retiro] (Parna Tijuca) [Trekking]
O segundo ponto mais alto da cidade, com seus 1.021 metros de altitude, é dono de um visual incrível da cidade do Rio de Janeiro

Pico do Bico do Papagaio [via Bom Retiro] (Parna Tijuca) [Trekking]
Uma das melhores e mais frequentadas trilhas da cidade com uma vista impressionante a 989 metros de altitude!

 

Pico do Cocanha [via Bom Retiro] (Parna Tijuca) [Trekking]
Terceiro ponto mais alto do parque com uma caminhada desafiante

Pico do Perdido [via rua Marianópolis] (Parna Tijuca) [Trekking]
Localizado no bairro do Grajaú e dono de uma bela vista da região ao entorno, esta trilha vale por cada centímetro percorrido

 

ICMBio - Parque Nacional da Tijuca

E-mail(s) / Site(s)

parnatijuca@icmbio.gov.br

Telefone(s)

+55 (21) 2491-1700 » Brasil
+55 (21) 2492-2252 » Brasil
+55 (21) 2492-2253 » Brasil
+55 (21) 2492-2252 » Brasil
Fax
+55 (21) 2491-1700 » Brasil
Fiscalização

Endereço(s)

Estrada da Cascatinha, 850
Alto da Boa Vista
Rio de Janeiro (RJ)
20531-590

Informações gerais

» É totalmente proibido a permanência dentro do parque fora do tempo estipulado.

» Funcionamento:
  * Diariamente, das 08:00 às 17:00. Estendido até às 18:00 durante o horário de verão).
  * Corcovado: 08:00 às 19:00. Estendido até às 20h no horário de verão).
  * Parque Lage: 08:00 às 18:00. Estendido até às 19:00 no horário de verão) ou até às 22:00 com autorização da administração.

» Excetuando-se a taxa de acesso ao monumento do Cristo Redentor, o parque não cobra nenhuma taxa de acesso.
  * Valores para a taxa de acesso ao Cristo Redentor:
    ** De trem: R$ 62,00 inteira (ida e volta).
    ** De van saindo do Largo do Machado ou de Copacabana (ida e volta):
      - R$ 62,00 na alta temporada
      - R$ 55,00 na baixa temporada.
      - R$ 27,00 para crianças de 06 a 11 anos e idosos a partir de 60 anos.
      - Crianças de até 05 anos e guia de turismo cadastrados no Ministério do Turismo (acompanhado com um mínimo de 3 pagantes) não pagam.
    ** De van do antigo hotel Paineiras (ida e volta):
      - R$ 35,00 na alta temporada, aos finais de semana e feriados.
      - R$ 24,00 na baixa temporada.
      - Crianças até 11 anos, idosos a partir de 60 anos e guia de turismo cadastrados no Ministério do Turismo (acompanhado com um mínimo de 3 pagantes) não pagam.
      - Esse também é o valor cobrado para quem acessa o monumento a pé.

História e características

Famoso por abrigar uma das setes maravilhas do mundo conteporâneo, o Cristo Redentor, o parque nacional da Tijuca (PNT) é uma parte integrante da cidade do Rio de Janeiro. Com uma área de 3953 hectares, um total de 3,5% da área da cidade, e localizado dentro das zonas sul, norte e oeste da cidade, o parque é considerado o 4º maior parque em área urbana do mundo e o parque federal mais visitado do país, mesmo sendo o menor dos parques federais. Grande parte da visitação é concentrada na sede do parque em trilhas mais famosas, como o pico da Tijuca, pedra da Gávea e pico do Bico do Papagaio e também em atrativos como o Cristo Redentor e a rampa de voo livre da Pedra Bonita.

Por estar localizada dentro de uma metrópole, o local oferece uma experiência com a vivência - e também conflitos - da relação da cidade com a natureza.

História

A região que hoje abrange parque possa ser palco do que pode ser considerado a maior ação de reflorestamento efetuada com sucesso da história da humanidade. Grande parte de sua área é constituída por vegetação secundária. Seu reflorestamente foi devido à grande excasses de água potável na cidade no início do século XIX, devido às inúmeras plantações de café e outros tipos de lavoura. Com isto, D. Pedro II, expropriou as fazendas confiou ao major Archer a missão de reflorestar a região.

A partir deste ponto, algumas histórias divergem. Algumas histórias relatam que o major, junto com outros 6 escravos, foram responsáveis pelo replantio da região durante 13 anos. Outra tese argumenta que a área é muito grande para ter sido feita apenas por 7 pessoas. Defensores argumentam que não foram somente o major e os escravos e, sim, realizadas por uma grande quantidade de mão de obra, que incluía escravos e, também, trabalhadores assalariados. Após o trabalho de reflorestamento, foi efetuado o processo de paisagismo do parque, efetuado pelo barão d'Escragnolle.

Em 1961, a região foi criada com o nome de parque nacional do Rio de Janeiro. Em 1967, o parque foi renomeado para parque nacional da Tijuca, nomenclatura que possui até os dias de hoje. Em 2004, houve uma expansão dos limites do parque, abrangendo a serra dos Pretos Forros, o morro da Covanca, a Vila Rica e o parque Lage, aumentando em 39,51 Km² a área do parque.

Setores

O parque é dividido, atualmente, em 4 setores. Cada setor abrange características diferentes de abrangência e necessidades.

  1. Setor floresta da Tijuca (setor A): este setor abriga a sede administrativas do parque e também abriga uma das principais trilhas do parque, como o pico da Tijuca, o pico do Bico do Papagaio. Também é bastante frequentado por pessoas que desejado por grupos que realizam caminhadas e também confraternizações, como pique-niques. Setor referenciado pelos bairros do Alto da Boa Vista e da Tijuca.
  2. Setor serra da Carioca (setor B): este setor abrange grande a região voltada para a zona sul da cidade. Dentro deste setor ficam o Corcovado (que abriga o Cristo Redentor) e o Parque Lage. Setor referenciado pelos bairros do Jardim Botânico e Humaitá.
  3. Setor pedra Bonita e pedra da Gávea (setor C): seus principais atrativos são a pedra da Gávea, que é o maior monólito à beira mar do mundo, e a rampa de voo livre da Pedra Bonita. Setor referenciado pelos bairros da Barra da Tijuca e São Conrado.
  4. Setor Covanca e Pretos Forros (setor D): setor mais novo do parque, abrange grande parte das áreas agregadas ao parque em 2004. Abrange a serra do Covanca e dos Pretos Forros. Setor referenciado pelos bairros do Andaraí e Grajaú.

Atrativos

O parque possui diversos atrativos para os seus frequentadores, sejam para quem deseja praticar esportes dentro do parque, efetuar pesquisas sociais, biológicas, geológicas, etc; como, também, para aqueles que querem apreciar momentos junto à natureza ou mesmo curtir os diversos mirantes que existem dentro do parque.

Para os praticantes esportes, há opções para a prática de: caminhadas ecológicas por trilhas, corridas, escaladas e ciclismo (o moutain bike através de duas trilhas recentemente inauguradas e o speed nas diversas pistas asfaltadas que cruzam o parque).

Fontes e informações complementares:
ICMBio em 15/11/2014
Amigos do Parque da Tijuca em 15/11/2014
Wikipedia em 15/11/2014


Importante: procure informar-se sempre sobre os procedimentos de segurança do organizador, assim como sua qualificação.

Por ser um parque extenso dentro de uma metrópole, o acesso ao parque nacional da Tijuca torna-se fragmentado. O trajeto dependerá muito de onde se parte para qual setor e atrativo deseja-se ir.

Para o setor A (setor floresta da Tijuca), o acesso é feito principalmente pela entrada do bairro do Alto da Boa Vista. Dali, depende-se muito de qual atrativo deseja-se ir, pois dentro do próprio parque existem diversas ruas asfaltadas que levam a diversos lugares.
Para o setor B, os principais atrativos são o Cristo Redentor e o Parque Lage, cada um com um roteiro próprio. Porém, existem outros lugares dentro do parque com acessos específicos, como o mirante da Vista Chinesa.
O setor C também sofre esta variação, podendo ser acessado através dos Bairros do Cosme Velho ou do Alto da Boa Vista.
Já o setor D, é um setor que está em recuperação ambiental e não possui estrutura para visitação. Portanto, a sua visitação não está permitida.

Portanto, não há um roteiro fácil e único a ser definido para o acesso ao parque. Porém, abaixo, listaremos o roteiro para chegar até o centro de visitantes do parque, que é um ponto de referência, e fica localizado no setor A do parque.

O acesso à entrada principal do Parque Nacional da Tijuca é realizada pelo Alto da Boa Vista, ponto divisório entre a rua Boa Vista (com início no Itanhangá) e a av. Edison Passos (com início na Usina, no final da rua Conde de Bonfim).
Após entrar no parque, deve-se seguir pela estrada existente dentro do parque até o Centro de Visitantes, na estrada da Cascatinha, em um trajeto de 1,7 Km por dentro do parque, em uma constante subida. No caminho pode-se apreciar algumas belezas do parque como: a cachoeira Cascatinha Taunay, fontes para beber água, a capela Mayrink, áreas de piquenique e o próprio centro de visitantes.
Para quem vai realizar o caminho a pé (existe uma ciclofaixa durante todo o trajeto), o trajeto pode durar uns 25 minutos. De carro, o percurso por dentro do parque dura, aproximadamente, 8 minutos, aonde existe um estacionamento no local.

De ônibus:

O acesso até a portaria do parque pode ser realizado por ônibus, porém, para chegar ao início da trilha torna-se necessário percorrer a parte por dentro do parque a pé.
No local, passam algumas linhas de ônibus, como:

  • 301 - Rodoviária «» Barra da Tijuca
  • 302 - Rodoviária «» Recreio dos Bandeirantes
  • 345 - Candelária «» Barra da Tijuca

De carro vindo pela Tijuca/Usina

Siga até o final da rua Conde de Bonfim, aonde o fluxo da pista já jogará diretamente na av. Edison Passos. Continue por 4,8 Km e logo a praça estará à direita. Antes da praça, haverá a rua que passa por trás da praça e dá acesso para a portaria do parque. Entre e siga adiante, como explicado acima.

De carro vindo pela estrada de Furnas

Este caminho pode ser utilizado por quem vem por diferentes pontos da zona sul da cidade através dos seus diversos caminhos que acabam dando acesso à estrada de Furnas, como a estrada Redentor, Vista Chinesa, estrada da Pedra Bonita, São Conrado e outros. A partir do início da estrada de Furnas, no Itanhangá, a praça Afonso Viseu fica à esquerda após 5,5 Km. Faça conversão à esquerda na rua que fica logo após a praça para passar por trás dela e ter acesso à portaria do parque. Entre e siga adiante, conforme explicado nos primeiros parágrafos.


Google Maps:

Openstreetmap:

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Acontecimentos no local


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Total: 1 comentário(s)

Jessica Lins Capllonch em
Gostaria de saber sobre o curso para guiar trilhas dentro da floresta da Tijuca! Aguardo retorno. Jéssica Capllonch
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Cs Ecoturismo em
Boa tarde Jessica!

Desconhecemos a existência de um curso específico sobre as trilhas do parque nacional da Tijuca.
Geralmente, em alguns parques, um curso de formação de condutores locais. Esses cursos acontecem de forma a estimular o ecoturismo na região, como estreitar a relação da população local com o parque e estimular o desenvolvimento da renda de forma sustentável, além de outros fatores específicos envolvidos.

Há, no PNT, um curso voltado para guias que já atuam na região, de forma que o parque possa conhecer os profissionais que atuam dentro do parque, como também apresentar as peculiaridade e as políticas de gestão ambiental para estes profissionais.

Em relação ao curso de condutor, algumas unidades do SENAC possuem a formação do curso de condutor ambiental. Mas não são em todas as unidades que possuem esta formação. Creio que aqui na cidade do Rio de Janeiro não há este curso. Porém, vale a pena entrar em contato com a central de atendimento do SENAC para se informar.

Outra opção, seria a formação de guia especializado em atrativos naturais. Este curso, em geral, é uma especialização que algumas escolas de formação de guia dispõem que pode ser feita após a conclusão do curso de guia regional. Diferente da profissão de condutor, a função de guia é regulamentada e possui diferenças técnicas em relação ao condutor.
Veja a legislação para guia: http://www.turismo.gov.br/turismo/legislacao/portarias/20140131.html

Para o caso de guia, a formação é mais longa e existem alguns centro de treinamentos que oferecem o curso de guia. Pesquise na internet que verá alguns centro de treinamento.

De qualquer forma, o trabalho de guia ou condutor dentro do PNT vai requerer bastante prática nas trilhas do parque. A dica é que, mesmo durante a formação, vá participando as trilhas como participante e vá observando as diversas técnicas de condução de diversos guias. Sempre dá para aprender um pouco olhando os outros trabalharem.

Entre em contato com profissionais que atuem na área e absorvam dicas sobre a condução. Alguns profissionais não gostam de repassar conhecimento, mas muitos profissionais repassam estas informações sem nenhum problema.

E lembre-se que conduzir um grupo não é só andar na frente. A segurança de todos depende do guia.
Esperamos que tenhamos conseguir responder a sua dúvida.

Qualquer dúvida ou outra solicitação, sinta-se à vontade para entrar em contato conosco!
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